Sérgio Moro. Um tiro no pé!

A primeira vista o Brasil se posicionou contra a atitude do Presidente da República em dispensar o Diretor da PF, Valeixo; que por tabela fez o Ministro Sérgio Moro cair.
Sabia-se que o Presidente Jair Bolsonaro, também já vinha trocando farpas com o Juiz Sérgio Moro, que se mostrou inflexível em várias de suas colocações. A priori, houve um questionamento nacional contra o presidente, no entanto, após a justificativa dada em entrevista, houve uma certa calma popular, já que de fato se consumou fatores em contrapartida como por exemplo o fato perceptível de truncagem nas investigações da polícia federal em casos aferidos contra o próprio presidente da república, enquanto que na outra ponta, contra os seus filhos, seguia-se uma pressão total. Razão pela qual, quis o presidente estreitar a linha de informação com o comando da polícia Federal, deixando claro que jamais se opôs a investigação contra os seus filhos, porém, exigia que casos como: Adélio Bispo – referente a facada que quase o levou a óbito -, o caso Glenn greenwald – hackers que invadiram os telefones dos ministros -, o caso da gravação feita em seu condomínio com intenção de associá-lo ao crime de Marielle Franco, entre outros, pudessem avançar; pois, estava evidente que as coisas não estavam sendo conduzidas com a eficiência e rapidez que a legislação prevê, no caso de uma investida contra um Presidente da República.
Essa prática, inclusive, não é nova. Ela foi usada pelo presidente da república Luiz Inácio Lula da Silva, quando trocou as chefias da Polícia Federal e da ABIN, justamente porque queria estreitar respectivo canal de informação – matéria essa, publicada na Folha de São Paulo, em 11 de setembro de 2007. E nesse caso, a mídia não fez qualquer menção de críticas, no entanto, tratando-se de Bolsonaro, a investida perdura dia e noite em constante posição de ataque. Em sua maioria, por meios de comunicação e jornalistas que perderam sua fonte fácil de dinheiro, pois, muitos recebiam sem licitação quantias exorbitantes – superfaturadas – por inserções e palestras, desproporcional a realidade do país.
Todavia, ainda que deixando o Governo, era para o ministro Sergio Moro sair em alta. O tiro no pé, que por sinal mostrou falta de tato político, se consumou com o ato de ir publicamente contra o Presidente Jair Bolsonaro em suas entrevistas à mídia, inclusive entregando áudios e escritas feitas através de redes sociais de conversas as quais pela sua natureza deveriam ser sigilosas. Este ato mostrou apenas não ser o ministro digno do cargo que ocupava, como enalteceu a postura e fez recair a razão ao presidente Bolsonaro, em total contrapartida do descrédito do então ex-ministro Sérgio Moro.
Uma coisa é inquestionável, o presidente da República lida com um complô que deseja derrubá-lo do poder a qualquer custo, formado inclusive por vários governadores e parte da mídia. Como já dito, isso se deve ao fim da mamata entre oposicionistas, em especial grupos adeptos à política socialista-comunista. Em resumo, com Bolsonaro, fecharam-se as torneiras que jorrava bilhões de reais do povo brasileiro pra políticos, empresários e jornalistas que faziam a chamada “farra do boi”. Agora, cada centavo tem que ser merecido e o povo – que é o maior apoiador do presidente – é a prioridade do país.

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