AFINAL, QUAL O PAPEL DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA?

BRASIL URGENTE. ESPECIAL.

HOLOFOTE SOBRE A INTOLERÂNCIA.

Desde a campanha política de 2018 todos os brasileiros tiveram de aprender a conviver com uma nova forma de noticiário, aquele que explode aos borbotões pelas redes sociais.

Falar sobre a prática que tomou conta de quem dispõe de um serviço de internet paga, é ter de falar também sobre as fake news.

Quem já se beneficiou dessa prática de impulsionamento de todo o tipo de informação e campanhas, foi o Presidente Bolsonaro que foi eleito, também, pelo controle vencedor do uso das redes sociais a favor dessa sua estratégia política nas últimas eleições.

Atualmente, a caminho de completar o segundo ano de mandato, o Presidente Bolsonaro, é patrulhado pela imprensa e pelo judiciário, no que estabelecemos concluir de que holofotes, canhões de luz, o tem por alvo constante e que iluminam até cegar-nos, da fala às atitudes, e as ditas posturas dele, fugidias e ora nada elegantes, e que estão legendadas sem pudor pela grande imprensa, de modo a duvidar-se do bom senso, de parte a parte.

Parece-nos que, sob essa maciça corrente de pressão, tudo que ultrapassa um mínimo de conveniência, marca o Presidente como intolerante.

Temos de medir os outros por nós?

Digo, em qualquer juízo de valor que fazemos sobre o comportamento alheio, não é necessário faze-lo pela empatia?

Está já abandonado o auto-exame que sempre nos obrigou a não querer e sequer fazer aos outros, o que não queremos que nos façam?

Respondendo-se estes questionamentos com absoluta entrega em se ser verdadeiro cabe um instante para concluir-se sem ser piegas que Bolsonaro vive sob pressão que tem nuances de comprometimento mundial e que influenciará governos e sociedades inteiras para sempre.

Todo o projeto de acerto da economia, de higienização das contas públicas, das reformas necessárias, foram lançados ao espaço pela pauta emergencial de garantir a saúde de todos os brasileiros contra a pandemia instalada desde o primeiro contágio da Covid-19, ainda em fevereiro deste ano, depois que um brasileiro de 60 anos, vindo da Itália, num voo com aproximadamente 200 pessoas, internou-se no Einstein, e foi positivado e entrou em quarentena.

Já passaram 2 ministros, médicos de escol, aliás, e o Ministério da Saúde, atualmente, está com um general, Eduardo Pazuello, tamanho o choque de opiniões, muitas delas em sabatinas inoportunas de comentaristas bem pagos da grande imprensa.

E mais.

Noutro poder, o STF – Supremo Tribunal Federal, extrapola sua representação republicana, a do Judiciário, que tem de cuidar das matérias de cunho constitucional, e vemos seus ministros constantemente a legislar em supressão inadmissível da instância do voto soberano do Legislativo.

Apenas uma, para exemplificar, é aquela que tira do Executivo a voz de mando para interferir em estados e municípios em matérias de segurança nacional.

Atualmente, além de um patrulhamento intenso da imprensa sem o devido equilíbrio para relevar algumas intemperanças do Presidente, como com holofotes sobre a intolerância de quem reage sob pressão, temos assistido a Suprema Corte transcendendo a linha tênue de liberdade e protagonismo fechado ao que se lhe compete, como representante do Poder Judiciário e que colabora a um destino de conflitos invencíveis.

AFINAL, QUAL O PAPEL DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA?

Neste instante e em meio a tantos entraves que obriga-nos mais do que comentar, pensamos ser impossível a resposta…

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