Insensatez Política! Até quando?

Sempre os interesses maiores sobrepõem aos menores, isso é quase que uma praxe. No entanto, se analisarmos fatores relacionados à pandemia, bem como a um importante ato de cunho nacional que é a realização das eleições – nesse caso as municipais -, a pergunta que se faz é sobre a viabilidade ou não em realizá-las. E, torna-se comum uma pergunta: quem tem interesse em adiá-las, e porquê fazê-las a qualquer custo?

A priori, se vê que para muitos pré-candidatos, esse ato até seria interessante, daria mais tempo para o preparo pessoal, bem como em relação a conquista de eleitores. Já para os detentores do poder, seria um sonho continuar o mandato por mais um ou quem sabe até dois anos, mas, isso seria inadmissível no Congresso e Senado, pois, eles seria m os candidatos a mandato extensivo e não prefeitos e vereadores – pena que a pandemia veio mais cedo. Mas, será? Sim, porque existe um outro bastidor nessa história: “centenas de políticos estão ganhando com a pandemia na bilionária “farra do boi” (pop.), com a comercialização de produtos como: “amostra de teste COVID 19, respiradores, máscaras, macacões, cabines de barreira sanitária, serviços de regulamentação na ANVISA, entre outros. E, acreditem, esse loby – em sua maioria – está nas mãos de políticos, principalmente governadores e prefeitos.
Isso explica porque há interesse na continuidade da pandemia, que além de facilitar os municípios que decretaram “calamidade pública” e se livram do ministério público e outras fiscalizações de praxe, bem como da necessária licitação. Enfim, nunca essa pandemia foi tão promissora para esse grupo seleto de políticos – em um país maravilhoso como Brasil.

Hoje o eleitor vem questionando a integridade dos poderes, principalmente do próprio judiciário. Isso se deve a falta de instabilidade política, de regras claras e de atitude punitiva com os contraventores. Ganhar a confiança é um processo lento, que requer projeto e até mesmo transformação no âmbito cultural. E, quando isso acontecer de fato, as prioridades podem ser ditas de uma forma mais abrangente. Hoje, autorizar as eleições em outubro próximo, pode trazer embutido interesses de grupos e não a do povo.

Bem, retornando a questão das eleições municipais, diga-se que adiá-la não é de interesse do Congresso, nem do Senado, da corte judicial e muito menos dos presidentes de partidos políticos que desejam colocar as mãos do “fundão”, que por sinal não é pouco, gira em torno de 2 BI. E, dizer que esse dinheiro chega nas mãos dos modestos pré-candidatos a vereadores de cidades pequenas, é quase que impossível. Mesmo, assim esse dinheiro movimenta um ciclo político em plena evidência, que acaba sendo uma base para reeleição futura em 2022.
Nesse contexto político, morrer pelo coronavírus é menos importante. Fazer as eleições parece ser a prioridade, ainda que a um preço alto. E, uma coisa é certa, não há de faltar matéria-prima para a mídia esquerdista, muito menos ataques ao homem que desafia todos os meios até então conhecido em outrora, no intuito de fazer valer uma nova visão política, sem vícios, sem corrupção e de alto potencial construtivo: Jair Messias Bolsonaro.

Por Cesar Lima

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